BOSQUE DOS NAMORADOS – NATAL – BRASIL
Recebemos alguns pedidos para que
postássemos alguma coisa sobre Natal. Afinal, moramos nessa cidade!
Bom, diante disto, pensamos sobre
o assunto e resolvemos falar sobre o Bosque dos Namorados, que é o portão de entrada
do Parque das Dunas, para fugir do óbvio que é postar sobre praias e praias,
todas tão conhecidas dos brasileiros e alguns estrangeiros.O Bosque, como é mais conhecido pelos habitantes de Natal, é um parque que está situado dentro da cidade (possui aproximadamente 7 hectares), com amplos espaços para caminhadas, cooper e com brinquedos para crianças de todas as idades, além de possuir algumas áreas para manifestações culturais (anfiteatro e auditório), piqueniques, bancos para descanso, e, ainda, um lago artificial. Nele existe também um Centro de Pesquisa, com laboratórios de Zoologia e de Botânica. Ou seja, é muito frequentado pelos natalenses e moradores da cidade, mas não muito pelas pessoas que não moram aqui.
Atualmente o parque é aberto do início da manhã – e isto aqui é bem cedinho, a partir das 5h – até seis horas da noite, de terça-feira a domingo e feriados.
Além do espaço para atividade
física e brincadeiras de crianças, existe um restaurante e uma lanchonete
dentro do parque.
Para quem gosta de trilhas, a
administração do Bosque oferece três opções, sendo a menor a Perobinha, com
800m de percurso (30 a 40 minutos); a Peroba, com 2.400m (cerca de uma hora e
meia); e a Ubaia Doce, com 4.800m (aproximadamente 2 horas e 30 minutos).
As trilhas ocorrem
pela manhã as 8:00h, 8:15h e 8:30h e à tarde a partir das 14:00h,14:15h e 14:30
horas, com agendamento prévio que pode ser feito pessoalmente ou por telefone.
Escolhemos a trilha mais longa –
Ubaia Doce -, porque achávamos que estaríamos preparadas fisicamente para
percorrê-la. Aí está a primeira visão do percurso!
A trilha é guiada, sendo
obrigatória a presença do guia, que nos orienta sobre a Mata Atlântica, e
também de seguranças, porque os atalhos sobre as dunas também são usados pela
população para alcançar as praias situadas na Via Costeira.
Passamos a maior parte do tempo
no percurso protegidos do sol pelas árvores que compõem a parte da Mata
Atlântica ainda existente e que integra também o Bosque dos Namorados, com a
biodiversidade específica deste bioma. Ou seja, vimos alguns animais, mas não muitos,
porque a maior parte tem hábitos noturnos.
Bom, na realidade, não estávamos
tão preparadas assim para a trilha, mas conseguimos, a um certo custo, completá-la;
não é uma trilha de nível difícil, mas requer condicionamento físico, com subidas
um tanto íngremes e descidas escorregadias, em razão da quantidade de folhas
mortas no chão.
A vegetação é bem interessante, até cactos nascem no local!
O final do trajeto – e metade da trilha, já que temos que fazer o percurso de volta – é um mirante que fica na duna que margeia a Via Costeira, com uma linda vista da orla, inclusive do Morro do Careca, na Praia de Ponta Negra (não dá para não falar de praia...)!





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